27 fevereiro 2022

Que palavras...?

Já tudo foi dito ou ainda nada foi dito...? Parece um jogo de palavras, sem sustentação real, do domínio da brincadeira, pensa-se, ou do exercício inócuo, conclui-se. Talvez. Sobre o que se passa actualmente na Europa, permanece a frase inicial: já tudo foi dito ou ainda nada foi dito...?

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20 fevereiro 2022

Guerra(s)

Há um desconforto grande a perpassar nos dias que correm… Os sinais são preocupantes e a sensação de um aproximar do precipício é cada vez mais sentida, exageradamente ou não… Olhando em volta, qualquer sensatez constata o óbvio: cuidado! Cuidado! Cuidado, porra!!!

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17 setembro 2011

A litlle, smaller Greece

Portugal é um país pequeno. Como todos os países pequenos, temos tendência a sobrevalorizar os êxitos, quando os há, e a menorizar os fracassos, quando se verificam. Na agitação contínua que se tem verificado à volta dos apoios aos países na zona euro, Portugal tem procurado precaver-se com o argumento de que não é a Grécia nem os respectivos pecadilhos, grandes ou pequenos. Se o argumento tem resultado é difícil saber, embora esteja desconfiado que é muito provável que não, vá lá a saber-se porquê. Ainda ontem, veio saber-se de um «pequeno» percalço nesta estratégia de «parecer ser» diferente da Grécia, com os cumprimentos do Governo Regional da Madeira. Será uma excepção, deseja-se, ou um prenúncio de mais, desconhece-se. Para quem não era a Grécia, afirmava-se, é capaz de ser difícil justificar esta torção, que pode ter provocado algo bem mais complicado do que um torcicolo. Seja como for, parece que continuamos a «não ser» a Grécia, pelo menos a «grande», a que não se recomenda nem aos inimigos... Se passámos a ser a «pequena», contudo, talvez aí a coisa fie mais fino... Isto é, para que seja perceptível também lá fora, talvez seja preferível uma designação mais apropriada para Portugal que é a de «a little, smaller Greece»...

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16 dezembro 2008

A mulher de César

Obama ainda não tomou posse, mas já deve estar a pensar com os seus botões se o caso do Governador do Illinois lhe poderá vir a causar alguns (pequenos ou grandes) problemas. Algumas das notícias que saíram, não sei se fundadas ou infundadas, referenciavam o futuro chefe do gabinete de Obama, sendo suficientes, no entanto, para fazer franzir o sobrolho dos espectadores interessados, dado o capital político e de confiança que o novo presidente eleito dos Estados Unidos julgo que capitalizou.
E é em nome desse capital acumulado que Barack Obama terá todo o interesse em esclarecer o que houver para esclarecer, sob pena de vir a sofrer com isso. Mais uma vez, estamos perante uma daquelas situações sobre «a mulher de César».

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03 dezembro 2008

Frederick Forsyth

Já há alguns anos que não lia nada de Frederick Forsyth. Mas o agrado na sua leitura não se perdeu, como comprovei com a recente leitura de O Afegão.
Tarimbado pela escrita e pelo método jornalistícos, por um lado, e por uma vida cheia, por outro, Forsyth constrói livros e histórias plenas de interesse, sempre actuais, como é o caso de O Afegão.
Editado em Portugal em Agosto deste ano, mas escrito em 2006, é um livro de uma actualidade espantosa, quase premonitório de alguns desenvolvimentos recentes, como o que se verificou na semana passada em Bombaim, na Índia. As considerações que faz sobre o que se passa no Paquistão, sobretudo nalgumas áreas geográficas e ou estratos populacionais, não deixa de ser perigosamente inquietante e, nalguns casos ou situações, verdadeiramente surpreendente. Tal como a referência a outras partes do globo, mais para Oriente.
Este género de livro, que se move pelos caminhos da acção, do suspense e da espionagem internacionais, tem muitos adeptos e Frederick Forsyth como um dos seus melhores cultores. Lê-se num sopro, aprecia-se o estilo e o conhecimento acumulado e sobre ele se fica a pensar. Muito ou bastante. E se...

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08 novembro 2008

Yes, he has!

Barack Obama foi eleito, como se esperava, presidente dos Estados Unidos da América. Para a história, no dia 4 de Novembro de 2008 ficarão inscritos o seu nome e o simbolismo da sua eleição. Dos muitos predicados que o homem terá - parece-me inquestionável -, saliento o de orador brilhante, coisa que não está ao alcance da maioria, uma ferramenta útil e eficaz para convencer e motivar pessoas, auditórios, nações. O dom da palavra é, indiscutivelmente, um dos trunfos que Obama melhor usa e utiliza, produzindo discursos que são, no mínimo, exaltantes. Se isto chega para resolver os grandes problemas que tem pela frente?..., é óbvio que não. Mas que pode ajudá-lo, não tenho dúvidas.

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26 outubro 2008

Habemus Presidente?...

Sarah Palin foi um coelho tirado da cartola dos republicanos americanos. Na altura, marcaram pontos associados ao passe de mágica - parece-me um facto evidente. Depois, a máquina democrata deve ter-se mexido - quiçá, com o dedo e o apoio tácito de faixas republicanas... - e os casos pouco (ou nada) abonatórios começaram a afectar o efeito de prestidigitação. É mais um exemplo, talvez, de que o feitiço se virou contra o feiticeiro ou - por que não?!... - um resultado perverso da intervenção de um (qualquer) «aprendiz de feiticeiro». Para o que interessa, contudo, parece que a eleição de Obama já está escrita ou desenhada nos astros. Habemus Presidente?...

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09 outubro 2008

Debate 2

Pelo que parece, Barack Obama está cada vez mais próximo de vir a tornar-se o próximo presidente dos Estados Unidos. No 2.º debate com McCain, o homem voltou a sair por cima. Sendo a candeia que vai à frente...

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28 setembro 2008

Debate

São primeiras impressões e fragmentadas, aquelas com que fiquei do debate entre Obama e McCain. Apesar disso, arrisco a dizer que Obama passou melhor na TV do que McCain. Terá a ver com o estilo, a idade, a própria forma física (a atitude corporal de McCain paga o preço do seu maior desgaste), o que se quiser, mas, para mim, foi a imagem que ficou, mesmo que parcial e fragmentada. Também por que as expectativas seriam outras, talvez, e a realidade se tenha encarregado de as transformar. Descontando as naturais e esperadas apreciações de cada um dos lados, só vendo a totalidade do debate poderia estar em condições de aferir se o seu resultado foi uma espécie de empate, como muitos dizem. Como isso não aconteceu, fico-me pelo fragmentário. E, dessa perspectiva, não há empate, mas uma vitória de Obama. E, se foi assim, resta saber se ela ocorreu pela diferença mínima ou se, pelo contrário, foi sem margem para dúvidas.

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07 setembro 2008

Taco a taco

Dados os recentes desenvolvimentos, duvido que alguém honestamente tenha a certeza sobre quem vai ganhar as eleições presidenciais americanas. Barack Obama/Joe Biden?... John McCain/Sarah Palin?... Conclua a razão ou balance o coração para cada um dos pares candidatos, penso que é uma eleição que se vai disputar e manter «taco a taco». Pertença ao campo republicano ou democrata, quem pensar que a vitória é um dado adquirido talvez sofra um amargo de boca. E não sei se o aviso não se aplicará, com mais propriedade, ao lado democrata... Veja-se a escolha da candidata republicana à vice-presidência que, queira-se ou não, goste-se ou não, acabou por ofuscar - muito ou pouco se virá a saber, mas ofuscou - alguns dos efeitos da convenção democrata. 
Para quem vê de longe, como é o nosso caso, o espectáculo, a dimensão e o profissionalismo envolvidos nas campanhas e nas eleições americanas parece coisa de outro mundo ou de outra galáxia. Daí também a curiosidade e a atenção que suscitam, para além de serem o país que são. Tal como num filme ou num enredo de suspense, o clímax só ocorrerá em Novembro, no dia da eleição. Até lá, preparemo-nos para os sucessivos episódios para criar ou manter o interesse pelo evento e pelo seu desfecho. Haverá melhor filme do que este?...

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24 agosto 2008

Rússia

A recente intervenção da Rússia na Geórgia deve ter deixado muita gente no Ocidente preocupada. O gigante russo volta a fazer-se ouvir e de forma audível. E preocupante, também. Pelos vistos, a sua suposta «submissão», na sequência da queda da URSS, já não se verifica e é conveniente que o Ocidente tenha isso presente. O vento parece ter mudado.

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13 junho 2008

Tratado

Os irlandeses votaram não ao Tratado de Lisboa. Ai, que lá se foi o Tratado!

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05 junho 2008

Já ganhou?...

Barack Obama é o candidato democrata às eleições para Presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dito assim, parece um cenário de ficção, à semelhança do que os espectadores terão pensado quando viram os primeiros episódios da série 24, que apresentava um negro como Presidente dos EUA. Podem dizer-me e argumentarem o que quiserem, mas acho que uma fatia significativa dos espectadores socorria-se deste pormenor para comprovar a faceta ficcional da série, talvez mais do que os desenvolvimentos da acção... Tiro o meu chapéu aos americanos, que mais uma vez nos surpreendem: os factos falam por si.
Mas os trabalhos de Obama talvez só agora, verdadeiramente, começam. A sua campanha e actuação colocaram-se num patamar elevadíssimo, sujeitas, por isso, a um risco e a uma frustração maiores. Barack Obama projectou-se para limites dificilmente concebíveis no início e mediante os opositores com que teria de se confrontar. Mérito terá - e muito - por ter conseguido vencer esta prova eliminatória: partiu de baixo e chegou em cima. Mas, como disse, se calhar esta terá sido a parte mais fácil, talvez. Ganhar as eleições em Novembro deve ser bem mais complicado, suponho. Se calhar, por se pensar que já ganhou...

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27 abril 2008

Novas de Espanha

Ver, na vizinha Espanha, a nova ministra da Defesa a passar revista às tropas, grávida de 7 meses, é uma imagem invulgar. Se Zapatero queria e procurava um verdadeiro e inusitado gesto simbólico para o seu Governo, já o encontrou. Mais até do que a paridade na sua constituição, igualando a presença de homens e mulheres. Por cá, estou certo que a história vai continuar a dar que falar, seja por inveja, má-fé ou genuíno interesse pela experiência.
Vamos admitir que a opção tem como objectivo claro o de vincar a normalidade dos regimes democráticos, de aceitação da subordinação ao político, quaisquer que sejam os sectores considerados e ou personalidades envolvidas. Nesta perspectiva, parece-me que a imagem que se quer passar da Espanha actual é esta: vejam bem a Espanha, em que o regime está de tal forma normalizado que até uma senhora, grávida inclusive, é ministra da Defesa.
Para além desta perspectiva, contudo, uma outra pode também aventar-se e que é esta: vejam bem a Espanha, tão moderna, cosmopolita e politicamente correcta que até tem uma grávida como ministra da Defesa.
Qualquer destas perspectivas, parece-me terá os seus defensores e os seus detractores.
Nada me move contra a Espanha, antes pelo contrário: aprecio e invejo a Espanha. Ao contrário da história do «bom vento e bom casamento», acho que temos muito mais a aprender e a elogiar do que a recear ou a recriminar à Espanha. São mais as situações em que a Espanha me surpreende pela positiva, do que o contrário. No entanto, no caso da nova ministra da Defesa espanhola, contudo, receio que esta opção tenha obedecido maioritariamente às directrizes do «politicamente moderno», mais do que quaisquer outras. E, se o foi, é pena que assim seja e é pobre para um país como Espanha.
Uma das coisas engraçadas com ela relacionada é a de um possível «contraponto», não necessariamente na Defesa, que vai, com certeza, ocorrer no lado de cá da fronteira... É só esperar para ver.

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18 março 2008

Impacto

Há poucos dias atrás, vi um documentário americano sobre soldados que tinham sofrido ferimentos graves no Iraque. Havia de tudo: lesões cerebrais, amputações, cegueira, stress pós-traumático. Os militares, homens e mulheres, e respectivas famílias tinham ficado marcados para sempre. Profundamente marcados, apesar da coragem e da dignidade que mostravam e assumiam. Não era uma situação fácil de ver e, muito menos, de conviver, mesmo para quem está sentado no sofá, a milhares de quilómetros, como é o nosso caso, se calhar mais «preocupados» com a politiqueirice interna ou com a crise do Benfica...
Dada a dimensão e os resultados catastróficos da intervenção no Iraque, não consigo imaginar a dimensão do impacto que um programa destes deve provocar nos EUA, mas deve ser grande. Não consigo imaginar.

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04 março 2008

UE(visão)

Num artigo publicado no Público, no domingo, com o título "A Rússia tem apertado o cerco ao Ocidente. Uma Europa unida tem de a enfrentar", da autoria de Timothy Garton Ash, chamou-me a atenção o seguinte excerto, que não é nada abonatório para a União Europeia e respectivos estados-membro:
«É uma regra consensualmente aceite que, quando se pretende ver a UE (União Europeia) na sua forma mais dividida, lânguida e implausível, tal deve ser feito a partir do ponto de vista vantajoso de um país rico, grande e poderoso, seja a Rússia, a China ou os Estados Unidos.
Políticos em Pequim, Moscovo e Washington partilham visões da UE que vão do cepticismo ao desdém - pois vêem cada um dos governos nacionais a dirigirem-se-lhes privadamente, de boné na mão, para fazerem o seu próprio negócio. (...)».

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17 fevereiro 2008

American dream

Os Estados Unidos da América (EUA) são um país incontornável na cena mundial. Goste-se ou não, é um facto. Outros haverá, decerto, mas nenhum com a projecção e a influência exercidas pelos EUA. E é por isso que o processo de eleição do futuro presidente é seguido atentamente em todo o mundo. Ainda para mais, na edição deste ano há uma presença forte de três candidatos, Barack Obama, Hillary Clinton e John McCain, qualquer um deles com hipóteses reais de vir a ganhar a eleição.
De uma forma ou de outra, nesta eleição é provável que qualquer um dos candidatos se reveja como a concretização do american dream. Muita da propaganda e do marketing político é para aí que apontam. Conseguir que essa imagem seja assumida e adoptada pelos apoiantes de cada um dos candidatos e pelo mundo que observa é, parece-me, a «cereja em cima do bolo».
Pode pensar-se que isto se aplicará, com mais propriedade, à candidatura de Barack Obama. Talvez sim, mas também para os outros dois. Hillary Clinton e John McCain, cada um à sua maneira e recorrendo a motivações e anseios diferentes o poderá, também, sustentar. E é bom não esquecer que os EUA, para o bem ou para mal, continuam a ser um país sui generis, sobretudo para os olhos, forma de estar e de ser dos europeus.
Lidar com um cenário como este é, para já, a principal e grande surpresa desta eleição americana. Duvido que alguém pudesse tê-lo vaticinado nestes termos e com estes contornos. Pelo menos aqui, na Europa. Nos EUA não sei, mas também tenho grandes dúvidas.
De uma coisa, no entanto, tenho quase a certeza: não consigo ver, em mais nenhuma parte do Mundo, uma coisa acontecer com características semelhantes. E isto, penso eu, também é o american dream.

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Kosovo

Hoje, o Kosovo tornou-se independente. Para além da declaração de independência, as incógnitas e as preocupações sobre o futuro são as certezas que, neste momento, se têm por certas. Mais do que parte da solução, talvez que a declaração de hoje se tenha tornado na parte (grande) do problema. Que não está geograficamente circunscrito e cujo desenvolvimento é imprevisível.

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28 dezembro 2007

Novo ano

Com a morte de Benazir Bhutto, ocorrida ontem, adensam-se as nuvens para 2008. Iraque, Afeganistão, Paquistão, Líbano, Palestina, Irão, e o que mais se verá, são incógnitas quanto à adequação às preocupações e desejos do mundo ocidental. Talvez me engane - e oxalá que sim - mas as perspectivas para 2008 não são famosas.

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23 novembro 2007

Em trânsito

A presidência da União Europeia (UE) mobiliza um número muito apreciável, suponho, de técnicos e de recursos da Administração Pública. Seja em reuniões, comissões, comitivas, missões ou afins, deve ser grande o número de pessoas e de instituições envolvidas. Não sei se isso é ou vai ser feito, mas julgo que era útil e curioso fazer um apanhado geral da participação de funcionários e de instituições públicos nas reuniões da presidência da União Europeia e ou iniciativas com ela relacionadas. Não sei quais seriam os resultados, se interessantes, se preocupantes, surpreendentes ou irrelevantes. Julgo que seria um exercício útil, apesar de tudo, saber da necessidade, da razoabilidade ou da pertinência de algumas participações e do verdadeiro e real interesse, para o País e para a UE, de muitas das iniciativas realizadas ou a realizar. Para os funcionários envolvidos, dado o volume e a cadência de iniciativas, não me custa a acreditar que, para muitos deles, a sua situação mais comum seja a de «em trânsito»: de reunião, de local, de estadia, de aeroporto...

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