UE(visão)
Num artigo publicado no Público, no domingo, com o título "A Rússia tem apertado o cerco ao Ocidente. Uma Europa unida tem de a enfrentar", da autoria de Timothy Garton Ash, chamou-me a atenção o seguinte excerto, que não é nada abonatório para a União Europeia e respectivos estados-membro:
«É uma regra consensualmente aceite que, quando se pretende ver a UE (União Europeia) na sua forma mais dividida, lânguida e implausível, tal deve ser feito a partir do ponto de vista vantajoso de um país rico, grande e poderoso, seja a Rússia, a China ou os Estados Unidos.
Políticos em Pequim, Moscovo e Washington partilham visões da UE que vão do cepticismo ao desdém - pois vêem cada um dos governos nacionais a dirigirem-se-lhes privadamente, de boné na mão, para fazerem o seu próprio negócio. (...)».
«É uma regra consensualmente aceite que, quando se pretende ver a UE (União Europeia) na sua forma mais dividida, lânguida e implausível, tal deve ser feito a partir do ponto de vista vantajoso de um país rico, grande e poderoso, seja a Rússia, a China ou os Estados Unidos.
Políticos em Pequim, Moscovo e Washington partilham visões da UE que vão do cepticismo ao desdém - pois vêem cada um dos governos nacionais a dirigirem-se-lhes privadamente, de boné na mão, para fazerem o seu próprio negócio. (...)».
Etiquetas: Internacional
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