Custoso
_ Diga a verdade!
_ Não me parece...
_ Repete-se: diga a verdade!
_ Não sei se consigo... Hoje não é Dia das Mentiras...?
Etiquetas: Falatórios
_ Diga a verdade!
_ Não me parece...
_ Repete-se: diga a verdade!
_ Não sei se consigo... Hoje não é Dia das Mentiras...?
Etiquetas: Falatórios
_ O que podemos fazer...?
_ Assim, de repente, não estou a ver o quê...
_ Bater palmas...?
_ Não sei... Não está muito visto...?
_ Talvez, sim... E fazer um vídeo?
_ Temos autorização...?
_ É preciso!?... Pensava que não era... Se for, não quero.
_ Pensamos melhor...?
_ Se calhar...
Etiquetas: Falatórios
Buffalo Bill foi chamado para a tropa. Ao cortarem-lhe o cabelo (era a norma), perdeu o nome e passou a chamar-se 'Soldado Recruta'.
Etiquetas: Nanoconto
O cidadão Mário Joaquim Marvão Gordilho Zambujal faleceu há poucos dias. O Público, de 13 de Março, chamou a notícia à primeira página nos termos seguintes: «1936-2026. Morreu Mário Zambujal, jornalista, escritor, malandro e desalinhado». Está lá tudo: um nome, duas datas, um modo de ser.Vários serão os motivos para o recordarmos: os jornais, os programas na televisão, os livros. Quanto a estes, algumas características sobressaem na sua escrita: a clareza, as personagens (atenção ao nome, não esquecer!), alegria de viver e o sentido de humor, com pátina exclusiva, numa cadência e enredo picarescos que não é para todos, desengane-se quem se deixar iludir por outras avaliações... Vamos ter saudades de Mário Zambujal, não temos dúvida, indo a correr para os seus livros e as suas histórias, agora e sempre, sobretudo naqueles momentos em que ansiamos por uma gargalhada, uma ironia elegante e um malicioso devaneio (sempre respeitável, é certo), mas o suficiente para acentuar a graça ou o sorriso, contado por uma personagem cujo nome (curioso!...) se chamasse «Joaquim Marvão Gordilho»...
Etiquetas: Face(stories), Lista Interminável (até ver)
A constatação de algo imprevisto, fora do habitual ou incomum, o que lhe quiserem chamar, põe algo em destaque ou classifica-o como digno de recordação. Neste caso, o facto é duplamente realçado: um leitor a ler um jornal em papel numa esplanada e a sublinhar determinada parte de texto ou artigo! É certo que continuam (mas cada vez mais a diminuir) a haver leitores de jornais em papel, mas encontrar alguém a sublinhá-los é que se nos afigura como extraordinário, deixando-nos a pensar o que teria motivado esse gesto, mas algo que impulsionou quem o fez, não custa reconhecê-lo, seja qual for o objectivo: memória futura, chamada de atenção ou cábula, transcrição ou citação num qualquer contexto.
Etiquetas: Sociedade
A mulher avisara-o para ter atenção às calças. Não querendo seguir o conselho, encolheu os ombros e saiu para a rua. Entrou no carro, deu à chave e arrancou para o trajecto habitual. No estacionamento, meteu as mãos aos bolsos e procurou por moedas. Não as encontrou. Melhor dizendo, já as tivera no bolso, hábito antigo, mas tinham caído pelo buraco dos bolsos, era para isso que a mulher lhe chamara a atenção. Inconformado, despiu as calças e procurou, numa réstia de esperança, revirá-las e encontrar alguma moeda, perdida milagrosamente nas bainhas, quem sabia...? Debalde. Como um azar nunca vem só, apareceu a fiscal da empresa de estacionamento, que lhe perguntou pelo ticket. Não tinha, como se via, enquanto procurava justificar-se e vestir as calças. Mas continuava a não ter sorte, constatou logo a seguir, quando apareceu um polícia e lhe deu voz de prisão... por atentado ao pudor!...
Etiquetas: Historieta
Não. Só no râguebi.
Etiquetas: Guiador