Talvez seja simples...
São muitos os conselhos, recomendações, estratégias e o que mais nos lembre para facultar, incentivar ou proporcionar a escolha de um livro. Consoante o resultado positivo ou negativo, ver-se-á se foram úteis ou eficazes. E, na maioria, falharão. E isto porquê? Pela responsabilidade do destinatário, seja por omissão ou desinteresse, que procurará «dourar a pílula» com alguns artifícios, uns melhores do que outros, mas todos eles considerados justificáveis para o resultado da não escolha, contabilizando nestes «a falta de tempo», «os compromissos familiares ou sociais», «o cansaço físico ou mental», «o número de páginas ou o tamanho da letra», «uma história desinteressante». Como se combate isto? Lendo. Não há outro meio.
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