01 julho 2026

Fontes

_ Gostaríamos de conhecer as suas fontes. Não se importa?

_ De nada. Primárias ou secundárias?

_ Primárias.

_ Então, lá vai: fonte 1, fonte 2 e fontanário 3.

_ Só isso!?...

_ Não chega...? 

_ Lamento, mas não. Tem de ir mais fundo!

_ Bem, sendo assim... Fonte 1, rua direita; fonte 2, rua de cima; fontanário 3, entrada do povo.

_ Muito bem. E são de confiança...?

_ Até hoje, ainda não secaram... 

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28 junho 2026

Sem título... 3

Ontem, Portugal classificou-se para os 16 avos de final do Mundial/26, na sequência do empate 0-0 com a Colômbia, vencedora do grupo. Sobre o jogo, algumas notas, breves mas directas:

A Colômbia jogou melhor, foi mais equipa, com mais ritmo, criou mais e melhores oportunidades. A haver um justo vencedor, seria ela. 

No teste do algodão, isto é, jogar com equipas com mais argumentos ofensivos e defensivos do que as que tínhamos encontrado até agora, não nos safámos por aí além. 

Entrando na fase a eliminar com tantas dúvidas sobre a conquista do Mundial, sejamos francos e honestos, paradoxalmente entramos agora numa fase em que, não havendo margem para erros, o desenrasca ou a inspiração momentânea  podem ajudar-nos, com mais ou menos tremideira e apelos aos santinhos e santinhas. É pouco...? É suficiente...? É muito...? Quem o sabe...? 


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24 junho 2026

Sem título... 2

No jogo de ontem, Portugal 5 - Uzbequistão 0, as coisas correram bem e foram celebradas como tal: esquecido o jogo (e o resultado) anterior, os optimistas militantes voltaram a hastear a bandeira do «campeão», temporariamente recolhida. Bom jogo, sim senhor, 2 golos do Ronaldo, para os mais preocupados, e atitude competitiva geral, para os restantes. Mas subsiste a dúvida: e quando as equipas forem um bocado mais fortes do que a de ontem? Para o que se segue, o próximo jogo, com a Colômbia, não é, propriamente, a feijões, veremos como corre e o que se vai deduzir aí. O título mantém-se com as reticências. Esperar para ver.


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19 junho 2026

Sem título...

E pronto! Lá começou a «nossa» coisa no Mundial: Portugal 1 - Congo 1. Vamos com calma, não nos precipitemos, sigamos o «nosso» líder. E aqui, a primeira dúvida: qual deles...? Bem... deixemos as coisas difíceis para mais tarde... Comecemos por uma fácil: o mote «fazer o que ainda não foi feito». Visto o jogo, talvez tenha existido excesso de optimismo ou, dizendo de outra forma, talvez o mote devesse ter sido outro, por exemplo, mais adequado à realidade destas participações: «fazer o que fazemos habitualmente». Mas mantenhamos a calma, não nos precipitemos... Passemos, então, às grandes e esperadas oportunidades de golo, desta vez acauteladas como nunca, havendo inclusive reforço de guarda-redes, não fosse por isso que os pontapés para golo, de toda a qualidade e feitio, alguma vez pudessem queixar-se de que, na baliza, não estivesse um profissional credenciado na arte do esfregar e apertar as luvas, vulgo guarda-redes, «goleiro», goalkeeper, etc. Neste aspecto, estamos confessados... Mas mantenhamos a calma, não nos precipitemos... E o título...? Por agora...? Com reticências...

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17 junho 2026

Amalucar...?

No dia de hoje, parece que anda tudo maluco. Como frase motivadora não é a melhor, convenhamos, mas é o que há. Seja do calor, do jogo de futebol da selecção, de qualquer outra coisa que se queira (e há tantas!), a frase continua a retratar uma realidade, que é da hoje: boa, má, assim-assim, cada um que escolha, se quiser, mas, se não quiser, também não é grave ou complicado. «Vamos fazer o que ainda não feito...?». Porque não...?

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15 junho 2026

Sem título...?!

Começou o Mundial de Futebol 2026, organização conjunta dos Estados Unidos, México e Canadá. Como é habitual, aqui se procurará, fugindo aos horários e à sequência dos jogos, mas com ênfase na prestação portuguesa, mais «Myame», menos «Myame», botar dois ou três «bitaites» sobre a bola «rolando sobre a grama», dirá  um brasileiro vocacionado pela poetização do futebol, mas nós ainda à procura de arranjar um título que encime os contributos do escriba, que é de lei e faz parte do contrato, ainda que inexistentes. Prognósticos à parte (coisa só aconselhável no fim, João Pinto dixit, como sabemos), vamos lá a ver se é desta que «vamos fazer o que ainda não foi feito...», cantarolou o Pedro Abrunhosa e a Federação pegou para mote, no fim, veremos. Talvez por isso, ser só no fim, ficamos com um título provisório, com uma forma que cumpre o papel e a ambiguidade que se lhe atribui, sujeito às nuances da pontuação ortográfica: com reticências, ponto de interrogação e de exclamação, como se fosse uma tripla.


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Ter um humor corrosivo é benéfico ou não?

Para o humor, sim; para a roupa, não. À cautela, usar sempre um EPI (Equipamento de Protecção Individual).

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12 junho 2026

Tele-consulta

«Não percebo nada de nada!...», disse ao médico. 

«Eu também não», respondeu este. «Mas não se preocupe».

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