Sem título...?!
Começou o Mundial de Futebol 2026, organização conjunta dos Estados Unidos, México e Canadá. Como é habitual, aqui se procurará, fugindo aos horários e à sequência dos jogos, mas com ênfase na prestação portuguesa, mais «Myame», menos «Myame», botar dois ou três «bitaites» sobre a bola «rolando sobre a grama», dirá um brasileiro vocacionado pela poetização do futebol, mas nós ainda à procura de arranjar um título que encime os contributos do escriba, que é de lei e faz parte do contrato, ainda que inexistentes. Prognósticos à parte (coisa só aconselhável no fim, João Pinto dixit, como sabemos), vamos lá a ver se é desta que «vamos fazer o que ainda não foi feito...», cantarolou o Pedro Abrunhosa e a Federação pegou para mote, no fim, veremos. Talvez por isso, ser só no fim, ficamos com um título provisório, com uma forma que cumpre o papel e a ambiguidade que se lhe atribui, sujeito às nuances da pontuação ortográfica: com reticências, ponto de interrogação e de exclamação, como se fosse uma tripla.
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