Se ainda não estavam, deviam estar e em lugar de destaque!
The Muppets Show, «Os Marretas», de Jim Henson.
mahna mahna...
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Se ainda não estavam, deviam estar e em lugar de destaque!
The Muppets Show, «Os Marretas», de Jim Henson.
mahna mahna...
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Grande Turismo, de João Pedro Vala.
Uma surpresa notável e um presente extraordinário, para si e para quem achar que merece. Há coisas assim, acredite.
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O cidadão Mário Joaquim Marvão Gordilho Zambujal faleceu há poucos dias. O Público, de 13 de Março, chamou a notícia à primeira página nos termos seguintes: «1936-2026. Morreu Mário Zambujal, jornalista, escritor, malandro e desalinhado». Está lá tudo: um nome, duas datas, um modo de ser.Vários serão os motivos para o recordarmos: os jornais, os programas na televisão, os livros. Quanto a estes, algumas características sobressaem na sua escrita: a clareza, as personagens (atenção ao nome, não esquecer!), alegria de viver e o sentido de humor, com pátina exclusiva, numa cadência e enredo picarescos que não é para todos, desengane-se quem se deixar iludir por outras avaliações... Vamos ter saudades de Mário Zambujal, não temos dúvida, indo a correr para os seus livros e as suas histórias, agora e sempre, sobretudo naqueles momentos em que ansiamos por uma gargalhada, uma ironia elegante e um malicioso devaneio (sempre respeitável, é certo), mas o suficiente para acentuar a graça ou o sorriso, contado por uma personagem cujo nome (curioso!...) se chamasse «Joaquim Marvão Gordilho»...
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Coração mais que perfeito, de Sérgio Godinho.
As canções (músicas e letras) são conhecidas de toda gente, não tenhamos medo das palavras e/ou do exagero. E a ficção...? Aqui, piamos mais fino, também não tenhamos medo de a coisa se definir assim, porque a música já é outra e pode custar mais aos leitores do que o trá-lá-lá, mas o que é que queriam...? Pois é... a ficção!... A ver pelo exemplo acima, está bem e recomenda-se.
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Quando se passa pelas estantes de uma biblioteca, pública ou privada, o olhar sobre as obras à mostra indicia o interesse/desinteresse, curiosidade ou estado de espírito relativos ao que se vai vendo, podendo determinar uma escolha óbvia, surpreendente ou inexplicável. À sua maneira, pode considerar-se uma espécie de jogo, até uma lotaria, se se quiser, algo que se definirá no final da leitura, caso se chegue ou esteja interessado: às vezes regozija-se, outras vezes, não. Sobre Anatomia dos Mártires, de João Tordo, qualquer coisa do tipo da primeira opção terá acontecido, mais surpreendente ainda por causa de uma entrada inicial no livro, que se revelava, à primeira vista, algo difícil e em risco de perda.
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Flamingos Dourados, de Carlos Vale Ferraz. Uma agradável surpresa de leitura, por inesperada e narrado em tons de novela a dar para o picaresco, com a vantagem adicional de ficcionar (?) um período da história do País de um passado próximo, mas que continua presente, com personagens que, por boas ou más razões, desempenharam papéis de protagonistas ou de figurantes num enredo curioso...
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Descoberto nos circuitos da biblioteca, por acaso, sem indicação de algo ou de alguém, indo apenas pelos dedos e com os olhos, mas com um resultado de «achado!»: Se eu fechar os olhos agora, de Edney Silvestre.
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A Educação de Eleanor, de Gail Honeyman. Um exemplo a vários títulos: na escrita, no tema e na sensibilidade. Também sobre as surpresas genuínas da sua leitura, ultrapassando com distinção a fraca expectativa inicial.
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Ria-se, surpreenda-se, dê graças por tê-lo descoberto, fascine-se pela história, personagens, e nonsense, não deixe escapar os comentários, à laia de subtilezas sobre a vida e o quotidiano, volte a rir-se...Pulp, de Charles Bukowski.
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Não se assuste com o número de páginas ou com o peso... Se anda à procura de um «ovinho-de-Páscoa», de uma hipótese de leitura fora do vulgar (ainda que lhe dê trabalho!) ou de qualquer outra justificação que lhe passar pela cabeça, aqui vai uma pista:
Os Detectives Selvagens, de Roberto Bolaño
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Vamos ler! – Um cânone para o leitor relutante, de Eugénio Lisboa.
Um título que é um mimo e um conteúdo que não o é menos. Apresse-se!
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O Seminarista, de Rubem Fonseca.
Uma escrita ágil, uma história que agarra, um autor exímio. Foi você que pediu um policial...?
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Como é que uma canção/música nos fica no ouvido...? É uma pergunta provavelmente com muitas respostas e ou explicações. Para o que interessa, é o facto de ela(s) nos ficar(em) no ouvido: um dia, um mês, um ano, uma vida...
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