Entrevista
Tenho dúvidas sobre se José Sócrates, na sua entrevista à SIC, terá retirado proveitos ou se, pelo contrário, terá acumulado prejuízos. À primeira vista, parece ter marcado pontos na opinião pública, defendendo, até aos limites do (im)possível, as suas políticas. Mas, parece-me, a sua prestação mediática começa a assumir mais aspectos negativos do que positivos. A provocar mais rejeição do que adesão.
Seja pelo estilo, seja pela conjuntura, o que me parece começar a ser inquestionável é um certo cansaço, se não uma recusa, acerca da presença, do discurso e dos gestos do primeiro-ministro.
Falando como telespectador, o que ontem se viu e ouviu na entrevista deixou-me mais incomodado do que aliviado, mais céptico do que entusiasta. E isso deve-se, em minha opinião, ao desgaste que a imagem de José Sócrates padece, mais do que aos temas ou os factos sobre que se exprime. Mais do que qualquer outra coisa, julgo que é o estilo que, cada vez mais, afasta as pessoas. Se isto é assim, fomentar e divulgar, na TV, esta característica é, convenhamos, um tiro no pé.
Seja pelo estilo, seja pela conjuntura, o que me parece começar a ser inquestionável é um certo cansaço, se não uma recusa, acerca da presença, do discurso e dos gestos do primeiro-ministro.
Falando como telespectador, o que ontem se viu e ouviu na entrevista deixou-me mais incomodado do que aliviado, mais céptico do que entusiasta. E isso deve-se, em minha opinião, ao desgaste que a imagem de José Sócrates padece, mais do que aos temas ou os factos sobre que se exprime. Mais do que qualquer outra coisa, julgo que é o estilo que, cada vez mais, afasta as pessoas. Se isto é assim, fomentar e divulgar, na TV, esta característica é, convenhamos, um tiro no pé.
Etiquetas: Política
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