Não chora, Tibi!
«Não chora, Tibi!».
Lembrei-me desta frase - que pelos vistos é uma corruptela da original «Vai buscá-la, Tibi!», da autoria de Gomes Amaro, um relatador muito conhecido a Norte - ontem, após o jogo Porto-Schalke 04.
Como só vi o jogo a partir, precisamente, do golo do Lucho - um golaço! -, tenho que me contentar com os comentários que vi e li sobre o jogo, praticamente unânimes em reconhecer que o Porto podia e devia ter passado a eliminatória, pois terá feito e criado jogo e oportunidades suficientes para isso. Não o fez na altura certa e, é certo e sabido, isso costuma pagar-se. Foi o que aconteceu.
E aí aparece o Tibi, um guarda-redes do Porto na década de 70, de quem já não me lembrava há muitos anos, mas, sobretudo, a dita frase - corrompida, pelos vistos.
Quase podia jurar, a pés juntos, que ela seria tal como a recordava, reminiscência de relatos de jogos de futebol e de relatadores entusiasmados e vibrantes. Se calhar, estava ou estou enganado. Como devem ter ficado os jogadores do Porto, quando viram o sonho desta época desabar.
Resta o Tibi, está visto. Será que, também ele, o Tibi, olhou para o passar do tempo e pensou: « Vai buscá-lo (o tempo), Tibi!... Não chora, Tibi!»
Lembrei-me desta frase - que pelos vistos é uma corruptela da original «Vai buscá-la, Tibi!», da autoria de Gomes Amaro, um relatador muito conhecido a Norte - ontem, após o jogo Porto-Schalke 04.
Como só vi o jogo a partir, precisamente, do golo do Lucho - um golaço! -, tenho que me contentar com os comentários que vi e li sobre o jogo, praticamente unânimes em reconhecer que o Porto podia e devia ter passado a eliminatória, pois terá feito e criado jogo e oportunidades suficientes para isso. Não o fez na altura certa e, é certo e sabido, isso costuma pagar-se. Foi o que aconteceu.
E aí aparece o Tibi, um guarda-redes do Porto na década de 70, de quem já não me lembrava há muitos anos, mas, sobretudo, a dita frase - corrompida, pelos vistos.
Quase podia jurar, a pés juntos, que ela seria tal como a recordava, reminiscência de relatos de jogos de futebol e de relatadores entusiasmados e vibrantes. Se calhar, estava ou estou enganado. Como devem ter ficado os jogadores do Porto, quando viram o sonho desta época desabar.
Resta o Tibi, está visto. Será que, também ele, o Tibi, olhou para o passar do tempo e pensou: « Vai buscá-lo (o tempo), Tibi!... Não chora, Tibi!»
Etiquetas: Futebol
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