Um, dois, três toques... golo!
Não prestei muita atenção ao jogo Portugal-Itália. Quando prestei, deu para ver e confirmar o que já sabia: as equipas italianas, a feijões ou não, são implacáveis - um, dois, três toques... golo! E apanhando-se a ganhar... mais um, dois golos. É assim e está nos livros.
Jogar com elas é um problema e, já se sabe, com poucas perspectivas de êxito. Nos dias normais, como o de ontem, a derrota costuma estar garantida. Nos anormais, talvez um empatezito, o mais frequente, ou uma vitória, rara.
A diferença de andamento e de exigência dos campeonatos, o italiano e o português, também ajudam a explicar algumas coisas, designadamente no que ao aproveitamento das oportunidades diz respeito. O primeiro golo do jogo é disso exemplo: três portugueses contra um italiano deram em nada; contra-ataque italiano rápido, um, dois toques, lance que parece perdido e controlado... golo! É dos livros e os italianos já os conhecem de cor.
Jogar com elas é um problema e, já se sabe, com poucas perspectivas de êxito. Nos dias normais, como o de ontem, a derrota costuma estar garantida. Nos anormais, talvez um empatezito, o mais frequente, ou uma vitória, rara.
A diferença de andamento e de exigência dos campeonatos, o italiano e o português, também ajudam a explicar algumas coisas, designadamente no que ao aproveitamento das oportunidades diz respeito. O primeiro golo do jogo é disso exemplo: três portugueses contra um italiano deram em nada; contra-ataque italiano rápido, um, dois toques, lance que parece perdido e controlado... golo! É dos livros e os italianos já os conhecem de cor.
Etiquetas: Futebol
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