06 dezembro 2015

Minha Mãe

Sendo uma realidade ficcionada, o cinema costuma ser uma fórmula razoavelmente eficaz para permitir a aproximação a muitas das situações que afectam ou estão relacionadas com o universo e o quotidiano pessoal. Há realizadores que o conseguem ou seguem de forma mais permanente, com uma sensibilidade maior ou menor, mas interessante e potenciadora de algumas reflexões, sobretudo na parte que diz respeito ao ser e estar de cada um, quaisquer que sejam os contextos ou as vivências, ou talvez por causa disso. Nanni Moretti insere-se nesta linha e o seu filme mais recente, «Minha Mãe» (Mia Madre), no original, é mais um exemplo. Belíssimo!


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