02 julho 2016

Se (e quando) a bola é redonda III

Já se conhece o adversário de Portugal nas meias-finais do Euro: o País de Gales. Para quem não esteja a acompanhar a competição, poderá pensar que é um exercício académico, daqueles que se devem fazer nas escolas ou cursos de formação de treinadores. Mas não é, é real. E deve ser por isto que o futebol tem aquele encanto de que tanta gente gosta.
Para termos chegado aqui fizemos um percurso muito sofrido, com jogos com a Croácia, nos oitavos, e com a Polónia, nos quartos. Qualquer jogo foi resolvido depois dos 90 minutos, com a Croácia no prolongamento, com a Polónia nos penaltis, os dois vencidos com mais suor e capacidade de defesa do que com outras características, também com aquela pontinha de sorte que dá sempre jeito nestas coisas, pois às vezes não aparece.
E vem ao de cima uma evidência deste tipo de competições: entrando-se na fase a eliminar, esqueça-se o que pode ter acontecido antes, pois cada jogo vale única e exclusivamente por si. E isso também se aplica aos adversários.

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