Explorar a profundidade - 3
São tão invulgares os resultados em que, nas grandes competições de futebol, a selecção portuguesa consegue resolver o problema da qualificação para a fase a eliminar sem o recurso «à calculadora», com contas de cabeça e não sei quantos responsos ao sobrenatural, que, quando isso acontece, ficamos meio abananados ou desconfiados... Mas lá acontece!
O jogo em que isso aconteceu foi contra a Turquia (3-0), que acabou por se revelar «um tigre de papel» (os informados ou curiosos lembrar-se-ão da frase e do que ela significava, acredito que com um sorriso...), o segundo da fase de grupos, puxando logo pelo esfregar das mãos de que «a coisa» está a andar (venha de lá o 14 de Julho!...), de tal forma que até metemos um golo (2.º) na baliza adversária quando os jogadores se tinham apercebido de que o passe final, o tal da «definição», em futebolês, afinal não tinha sido bem feito, que azar!, mas mesmo assim dava golo, com a ajuda e a dessincronização da defesa e do guarda-redes turcos, vá-se lá saber como é que se «treina» e adivinha uma coisa destas, com ou sem profundidade, e como um jogador de 41 anos, Pepe, parece que é eterno, essa é que é essa, e a rapaziada acha piada, não há dúvida... Se isto não é a da profundidade, ora digam lá se não é?...
Etiquetas: Futebol
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