A olho nu...
No palco, a cantora e o guitarrista entusiasmaram-se com a performance e os efeitos da voz e dos solos, acabando por entrar em órbita... Delirante, a assistência batia palmas e lançava uivos de contentamento, à mistura com gritos e imprecações, mas tudo em clima de festa...Nos balcões, as famílias pegaram nos farnéis e bebidas e associaram-se ao concerto, uns cantando para cá, outros para lá, fazendo olas com o corpo. No ar, levitando sempre, a cantora e o guitarrista continuavam em órbita, tendo alguém sugerido que se informasse a agência espacial que monitorizava estes fenómenos, mais não fosse para sinalizar o que passasse a ser necessário, terminando o espectáculo com o maestro e a orquestra a tocar uma valsa de salão...
Etiquetas: Apócrifos
<< Home