Prognósticos...? Só no fim.
Começo este primeiro post, dedicado ao Mundial de 2022, no Catar, sem um título para a(s) postagens. Não sei se é bom ou mau, mas é o que é. Talvez esteja à espera da inspiração, caso ela passe ou esteja aqui perto, na expectativa de que se digne entrar. Enquanto não entra, e se é que entrará, dois ou três apontamentos do que se viu ou apreendeu da competição, vista aos bochechos, se calhar ainda a ambientar-me a este novo e, até agora, único campeonato do mundo realizado nesta altura do ano. A jornada inaugural, que opôs o Equador ao país anfitrião, o Catar, não foi entusiasmante por aí além, talvez pelo efeito do «medo pânico/cénico» de que os jogadores do Catar aparentemente demonstraram, não surpreendendo a derrota. Dos outros jogos, entretanto realizados, saltam já duas surpresas, pelas piores razões: a derrota da Argentina, frente à Arábia Saudita, e da Alemanha, no jogo de hoje com o Japão, duas selecções «teoricamente» mais frágeis, e o advérbio, grafado entre aspas, mais não serve para, uma vez mais, evidenciar esse princípio aplicado no mundo da bola, o da imprevisibilidade do resultado final, independentemente das equipas e dos jogadores... É um facto, quase um mandamento, mas ciclicamente esquecido, parece. Já a França, pelo contrário, aviou a coisa com robustez e desembaraço, nomeadamente quando foi preciso. Amanhã, somos nós. «Vamos ver», como diz o cego...
PS: Encontrei o título: Prognósticos...? Só no fim.
Etiquetas: Futebol
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