17 janeiro 2011

Tu que vives

«Tu que vives» foi uma surpresa e das boas! É um filme com uma estrutura curiosa, susceptível de nos fazer sorrir ou entristecer, levando-nos a reflectir sobre os factos da experiência mortal, do «comum» mortal,  com os seus humores e (des)amores. Com um tipo de humor às vezes desconcertante, houve momentos em que parecia estar a ver, em simultâneo, um colectivo diversificado de humoristas, onde se incluíam Woody Allen, Charlot, Buster Keaton, Tati e os Monty Python, pautado por uma banda sonora entusiasmante. Espantoso, este filme sueco.

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