Um supor...
Admitamos que se tornava rico, cumprindo-se o vaticínio do empregado do restaurante quando o viu passar de boletim na mão e o saudou com um «Euro Milão! Euro Milão!» (sic)... Admitir era simpático, pensou, embora o resultado no bolso continuasse o mesmo: teso como um carapau!
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