O charme discreto da burguesia
Ao princípio, não passava de um nome, apenas: com pinta, com sainete, até, mas um nome. Destinado a criar um efeito, que se pretendia humorístico, mas também (porque não?), de uma espécie de flor na lapela de um aspirante a espectador de cinema, amador sempre. Era esta a minha relação com este filme, à espera de uma oportunidade, cada vez mais esquecida, de algum dia o ver, coisa que se concretizou há poucos dias, via tv, pecado dos grandes, dirão os entendidos, mas o que há, é a vida... E é a vida deste grupo, pelos olhos e concepções do realizador, Luis Buñuel, que se vai revelando na tela e nas cenas, com mais ou menos humor, absurdo, análise, crítica que aceitar, recusar ou deixar que nos envolva, também a nós, caminheiros numa qualquer estrada da vida...
Etiquetas: Cinema
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