O espião inglês
Imagine-se na sua vida costumeira, a fazer e a repetir o que já faz e executa, melhor ou pior, habitualmente para ganhar a vida de forma honesta, se possível, até pelas implicações dos seus actos para terceiros, ainda que próximos. Um dia, porém, por um conjunto inesperado de factores, alguém lhe propõe que mude ou transforme a sua rotina mais ou menos conhecida para um palco mais apelativo, real ou supostamente, mas razoavelmente tentador, mais não seja por tocar naqueles pontos da alma em que se julgava que o acesso parecia vedado ou desconhecido, mas que se descobre dependendo sempre de quem se escolhe para a peculiar tarefa de manipular as emoções ou as aspirações, bê-á-bá de uma raça especializada, que dá pelo nome de espiã, quantas e quantas histórias se contaram, inventaram, esconderam sobre a intervenção e papel desta malta e de quem conseguem levar na conversa... Baseado em factos reais, um filme que retrata uma época e um momento peculiar da história contemporânea, daqueles em que muito ou pouco se sabe ou sobre os quais se gostaria de saber sempre mais, tal o tamanho e as voltas do cordel que se desenlaça...
Etiquetas: Cinema
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