13 novembro 2021

Armad(ilhada)

Todos os dias fazia a contabilidade das visualizações e todos os dias suspirava que não havia remédio... Nunca vira nenhuma das visualizações, mas calculava que tivessem algum interesse, eventualmente alguma preparação para se dignarem a aparecer, admitindo que pudessem diferenciar-se ou exprimir por meios distintos. Mas era debalde. Por isso, tentaria uma abordagem diferente. Quando conseguiu o que queria, uma armadilha, montou-a com um toque de guerrilheiro e um jeito de perito em organização de espaços, mas rapidamente se desmoralizou, quando viu que tinha apanhado um cuco em vez de uma visualização.

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